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Equipa

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Sofia Craveiro

Directora

Herdou o gosto pela costura com a mãe, que sempre viu a fazer tricot, costura, crochet e bordados e tem um tio que fez da alfaiataria a sua vida. Ver mais

Quando engravidou da sua primeira filha decidiu começar a usar a máquina de costura da mãe e acabou por frequentar várias aulas, não só de corte, costura e modelagem, mas também de patchwork, tricot, crochet e bordados. À medida que ia criando peças para si e para as suas filhas, as amigas viam, e pediam-lhe que fizesse para elas. Não tinha mãos a medir… É apologista de um estilo de vida feito à mão, adora viver no campo, mas relativamente perto de Lisboa, cidade pela qual é apaixonada. Ama a natureza não sabe viver sem a sua horta, os seus bichos e acima de tudo, a sua família. Juntamente com o seu marido, faz questão de passar o melhor que sabe, este tipo de estilo de vida às suas filhas. É fanática por otimização e por isso detesta fazer as coisas em mais tempo, quando as podia fazer em menos. Tendo o bem do ambiente no sangue, adora dar “novas vidas“ a objetos que supostamente já não a tinham, o que inclui a transformação de roupa. Quando conheceu a Maria João, na escola das suas filhas, rapidamente percebeu que até eram parecidas e que partilhavam de uma mesma paixão – a costura. Um dia perguntou-lhe: queres abrir uma escola de costura comigo? E ela aceitou na hora, pois ela própria já tinha o mesmo projeto em mente. A partir daí, as ideias foram borbulhando e o projeto foi sendo cozinhado por alguns meses. Toda a sua família se começou a envolver e a acreditar, sem qualquer tipo de dúvida, que este era o projeto profissional da sua vida.
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Ana Margarida Sargento

Professora de Corte, Costura, Modelagem e Transformação de Roupa

Licenciada e Mestre em Design de Moda pela FAULT. Em 2011 trabalhou em Londres, com a marca de design sustentável, Lost Values. Ver mais

Trabalha como modelista e designer em Lisboa, e em 2012 foi co-fundadora do 31 d’Atalaia – Associação Artística, focada na preservação das técnicas manuais e do projecto de design sustentável 10/10. Actualmente é formadora na ETIC, Modatex, LSD e World Academy, onde ensina Modelagem e Draping/Moulage e é designer/modelista e responsável pelo controlo de qualidade na Associação Fio de Ligação.
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Filipa Carneiro

Professora de tricot e crochet

É conhecida pelo sorriso fácil e mãos habilidosas! Quando era pequena gostava de se sentar no chão, enquanto a mãe costurava, e apanhar os retalhos para fazer roupas para as bonecas. Com 4 anos já gostava de passar tardes sentada ao lado da Bó Lina a fazer crochet, que é como quem diz, quilómetros de correntinhas. Mais tarde, na escola, aprendeu a bordar e passou algumas (muitas!) noites de verão a bordar ponto de cruz. Ver mais

Pelo meio foi estudando, com jeito para a matemática acabou engenheira civil… Portanto Diretora de obra durante o dia e artesã nos tempos livres. Conciliou a confusa “vida das obras” com a delicadeza das agulhas aos fins-de-semana. E nas mudanças, as caixas das lãs e a máquina de costura viajavam sempre ela. Sim, “mudanças”, no plural! Ora vejam: é do Porto (tripeira carago!), mas estudou em Coimbra, e fez erasmus em Santander. Ficou a estagiar na Galiza. Viveu em Vila Nova de Cerveira, em Tomiño, depois em Albacete, em Murcia, Lisboa, Açores…e voltou a Lisboa. Diz que a sua A minha máquina de costura devia ter um conta quilómetros instalado! Com o nascimento da primeira filha e aparecimento “da dita da crise”, a engenharia foi ficando para os tempos livres e as agulhas foram ganhando tempo. Trocaram de papeis, diz ela. Um dia alguém lhe disse que ensinar podia ser um caminho interessante – fez o curso de formação de formadores e começou. E ainda bem, porque descobriu o que realmente a faz feliz a nível profissional. Assim, por casualidade, como todas as coisas boas da vida! Atualmente dá aulas de tricot, de crochet e partilha o que vai aprendendo com as leitoras do seu blog.
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Sophia Simões

Coordenadora

Sofia que gostava de ser Sophia.

Vive em Lisboa, primeiro sonho ao qual se juntaram outros, como a costura e o feito à mão.

A determinada altura percebeu que queria viver de forma mais simples e com mais significado, com tempo e espaço para o que lhe interessa, o que a faz feliz e deixa mais perto de si mesma. E aqui está.

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Madalena Barata

Professora de Corte, Costura, Modelagem

Licenciada em Design de Moda pela Universidade da Beira Interior e com o mestrado na mesma área, iniciou a sua carreira no Ovo Estrelado como designer de moda. Ver mais
Trabalhou ainda na área dos fardamentos e no Clubefashion como gestora de produto.
Está ligada ao ensino desde 2010, dando aulas em escolas publicas nos cursos de design de moda, costura e modelagem.

Além de formadoa na Companhia das Agulhas, dá também aulas na Modatex – História da Moda e de Vitrinismo.

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Ana Isabel Ramos

Professora de Tricot

O seu percurso no tricot teve o seu início por volta do ano de 1985, aos sete anos, numa das temporadas em que a avó materna, de Beja, vinha ficar na casa dela em Lisboa. Para a manter quieta, pôs-lhe um par de agulhas com as malhas já começadas e ensinou-a a fazer liga. Pôs o fio à volta do pescoço e lá começou. Lembra-se da sensação de realização quando percebeu que já podia fazer malha “de olhos fechados”! E de isso resultar em algumas malhas caídas aqui e ali… Ver mais

Mas a adolescência chegou, e tricotar não estava na moda. Por isso só muitos anos mais tarde, já a viver na Argentina, onde não tinha autorização para trabalhar e por isso tinha mais disponibilidade, voltou a pegar as agulhas. Pediu à minha mãe que lhe refrescasse a memória com montagem de malhas, liga, meia, torcidos e remate e a partir daí nunca mais parou. Começou a interessar-se mais e mais por fibras e técnicas diferentes. Sendo uma arte de transmissão predominantemente oral, e predominantemente do domínio doméstico e feminino, não há muita coisa escrita sobre tricot – muito menos em português. Por isso, foi através da internet e nos encontros com as minhas novas amigas argentinas que foi exposta a maneiras diferentes de tricotar, técnicas diferentes para resolver as mesmas questões.

 

Através das suas várias viagens, fui identificando estilos de tricotar que, de alguma forma, fazem também um mapa das migrações: por exemplo, na Argentina usa-se tricotar com agulhas rectas, sendo que pelo menos a da direita fica presa debaixo do braço; e é dessa mesma forma que se tricota em Itália, país de onde provêm muitos argentinos. Já no Brasil, o costume é usar-se o fio à volta do pescoço, ou num alfinete preso ao ombro, tal como se vê em Portugal.

 

À medida que foi aprofundando os seus conhecimentos, feitos de forma quase exclusivamente auto-didata, fui-se interessando por conhecer mais literatura sobre o tricot. Na Biblioteca Nacional, estudou tudo o que encontrou sobre o tricot; online foi adquirindo livros diferentes, dos quais destaca “The Principles of Knitting”, de June Hemmons Hiatt, “Malhas Portuguesas”, de Rosa Pomar, “Estonian Knitting, Traditions and Techniques”, de Anu Pink e outros autores.

 

Ensinar a tricotar tem sido também uma excelente experiência para aprender como melhor transmitir um conhecimento que é essencialmente prático – é mais fácil demonstrar que falar sobre tricot, mas nem por isso deixa de ser importante falar de técnicas, materiais, construção – conteúdos que exigem uma importante abstração.

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Filipa Branco

Professora de Tecelagem e Costura Criativa

Licenciada em Publicidade e Marketing, Artesã certificada pela CEARTE e com formação em Joalharia, vive do artesanato que faz e das aulas que dá. Ver mais

A criatividade que a caracteriza, passou de geração em geração. Foi a ver a avó e a mãe que aprendeu a explorar as capacidades dos diversos materiais e de como, na nossa vida, é cada vez mais importante respeitar a máxima “nada se perde, tudo se pode transforma, com um pouco de imaginação”.

Já para não falar do prazer que tira, em criar algo com as suas próprias mãos. Pensa que isso nos incute um sentido de responsabilidade perante aquilo que criamos e ajuda-nos a ver a realidade, não como algo estático, mas como algo que se pode moldar e reinventar. 

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Alexandra Guerreiro

Professora de bordados e arraiolos

Recebeu o primeiro kit de bordados quando fez 5 anos e com os ensinamentos da tia e da avó começou a dar os primeiros passos e a fazer os primeiros trabalhos, aproveitando tudo quanto era trapinhos, quadrilé e linhas. Ver mais

Na escola, a sua disciplina preferida era trabalhos manuais e têxteis, , onde começou a aprender outros bordados existentes e a fazer as primeiras tapeçarias. Foi-se documentando, formando e aperfeiçoando nestas áreas, até passarem de hobby a profissão. Defende de alma e coração que o bordado é uma das nossas identidades, que deve ser preservado, continuado e acima de tudo modernizado e divulgado. Acredita tratar-se de uma herança que tem que ser preservada. Artesã e formadora certificada, dedicando-se de há uns anos para cá, à formação em bordados tradicionais portugueses.
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Daniela Lobo

Professora de Macramé

Mestre em Arquitectura, reinterpreta o conceito “decoração da casa”, criando peças personalizadas, com materiais naturais e de fabrico nacional, dando vida à Endlessly Design. Vê o macramé como uma arte antiga que prima pela sua versatilidade e elegância, e que permite fazer peças decorativas, que harmonizam o ambiente de qualquer espaço ou divisão Ver mais

Mãe de primeira viagem, de gémeos e prematuros e por isso preparada para qualquer desafio. Adora partilhar conhecimento e transmite-o com a paixão que sente por esta arte.

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Vera Couto

Professora de Corte, Costura, Modelagem e Draping

Licenciada em Design de Moda pela Faculdade de Arquitectura de Lisboa. Conta com uma diversa experiência de ensino da Modelagem e Draping, tendo já leccionado em várias escolas na Ásia.  Ver mais

 Iniciou-se no ensino no Raffles Design Institute em Pequim, mais tarde viajou até Xangai e, mais recentemente, leccionou na Esmod em Kuala Lumpur.  Co-fundadora da marca Lianda que se distingue pela criação de  vestuário feminino elegante, intemporal e com foco na qualidade.